Uma das coisas que mais gostamos
de fazer é explorar lugares novos. É muito legal conhecer cidades famosas ou
descobrir outras que, embora nunca a gente tenha ouvido falar, fica de queixo
caído ao conhecer. Como não estamos por aqui, na França, só a passeio, não é
sempre que dá para fazer isso. Mas aqui tem feriados e finais de semana
suficientes para muitas viagens.
Falando em feriados, o primeiro
feriado que passamos aqui foi a Lundi de
Pâsques. Já comentamos sobre isso antes; a Sexta-feira Santa é dia útil
normal por aqui, mas a segunda – aqui e em vários outros países, pelo que
andamos investigando – é feriado (o que, na prática, prolonga o feriadão de
Páscoa). Feriadão à vista e é claro que teríamos que aproveitar para conhecer
algum lugar.
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Foto tradicional na ponte do canal em frente ao Palais de l’Ile |
O primeiro desafio era escolher onde ir. Abrimos
o mapa (claro, Google maps) e começamos a pesquisar opções de passeios. Eu
construí uma lista de alternativas, baseada na distância, e reuni algumas
informações para que juntos pudéssemos decidir o rumo. Estou achando que vamos
acabar com o tempo fechando a lista, ou seja, visitando todos esses lugares. Mas
não dava para fazer isso agora. Para vocês terem uma ideia, a lista continha os
seguintes destinos:
A leste: Bordeaux, capital
vinícola da França (não é à toa que dá nome a muitas variedades de uvas e de
vinhos também).
Ao sul: Barcelona (tida como a
capital econômica da Espanha e centro do país Basco) e Saint Paul de Vence (cujo
charme está nos ares de cidade medieval).
Ao oeste: Lyon (pertinho de
Clermont-Ferrand), Annecy (cidade que empresa seu nome do lago majestoso que a
bordeia) e as suíças Genebra, Berna e Lucerna.
Na avaliação, acabou vencendo o
desejo de carimbar um novo país ao passaporte (na verdade, isso é maneira de
falar; aqui na Europa, na maior parte das fronteiras não há a estrutura de
alfândega que vemos, por exemplo, ao atravessar do Paraná para a Argentina).
Decidimos ir para Genebra e, como
é perto, aproveitar a ida e passar também por Annecy. A ida, com direito a
passagem pela cidade do lago, totalizava 349 km de casa. Assim, matávamos dois
coelhos com uma cajadada só (ou com uma caixa d’água só, como ironiza no
trocadilho uma amiga minha).
Embora viajar de trem seja muito
popular, famoso e místico na Europa, o misticismo cai por terra diante de
questões práticas, como não conhecer direito o destino ou estar sujeito a ter
que carregar uma ou duas crianças no colo. Então, claro, alugamos um carro.
Aluguel de carro bem planejado, por aqui, sai mais barato do que viajar de trem
(ainda mais no nosso caso, em que temos vários pagantes de passagem de trem).
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| Paisagem do Lago de Annecy. |
Feita a locação da “voiture’’, nos organizmos para pegar
estrada na Sexta-feira de noitinha. Ajeitamos as coisas e saímos rumo a Annecy por
volta das 18h30, naquele velho esquema: dramin, mercado, guloseimas. É (quase)
infalível: dá dramin para os pequenos não passarem mal, passa no mercado para
se equipar de água e comida e, de quebra, enche a matula de guloseimas, para emergências
(como criança de mau humor, por exemplo... eheh). Pouco mais de três horas
depois que saímos já estávamos em Annecy (que fica a 308 km de casa).
Chegando no hotel, que surpresa
desagradável! A entrada do hotel cheirava a cigarro, a recepção cheirava a
cigarro, os quartos cheiravam a cigarro e o banheiro era comunitário, ou seja,
fora dos quartos (estava mesmo muito barato quando reservamos pela net...kkkk).
Tínhamos reserva para dois
quartos, mas em um deles foi impossível ficar. Conseguimos que nos trocassem de
quarto (embora o hotel estivesse quase lotado).
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| Romantismo em Annecy! |
Nossa hospedagem nesse hotel foi
bem desagradável, com muitas dificuldades, inclusive por parte do Francisco,
que pedia cocô a cada 10 minutos e a hora que chegava na porta do banheiro (que
fazia um barulhão devido aqueles sugadores de ar) dizia: “ah, era alarme falso,
não quero mais...” Que dó!!! Segurou aquele cocô até no outro dia, quando
ficamos em um hotel beeeeeem melhor que esse.
O desconforto do hotel ruim foi completamente
compensado pelo passeio do dia! Passamos o sábado em Annecy, conhecida como a
Vaneza Francesa.
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| Paula e Francisco à beira do Lago! |
Annecy fica na região de
Rhône-Alpes (a França é composta por 26 regiões, sendo 21 na França
continental, mais a ilha de Córsega e outras quatro regiões ultramarinas). A região
do Rhône-Alpes (ou Ródano-Alpes) abriga os alpes franceses e ficou famosa
recentemente pela queda do avião da German Wings. Dizem que os alpes franceses
abrigam os melhores lugares do mundo para a prática de esqui (e encontramos
muita gente com equipamentos desse esporte por lá). Mas o que nos interessava
mesmo é que Annecy estava lá e que, há menos de 40 Km estaríamos em Genebra, Suíça.
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| Anna Luísa encantada com a beleza! |
Começamos o nosso passeio por
Annecy e, logo que chegamos ao centro da cidade, o desconforto do hotel já foi
esquecido. A descrição de Annecy, pelas palavras da Paula, faz jus ao lugar: “A
cidade é simplesmente linda e apaixonante, com um lago límpido de um azul muito
bonito e montanhas enormes decoradas de neve ao fundo. E olha que estava
chuvoso; fico imaginando a beleza desse lugar num dia ensolarado!!!”.
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| O "Pato" da montanha! |
O lago é enorme, limpo e cheio de
aves aquáticas. As crianças adoraram brincar com um cisne, que elas batizaram de
Pato da Montanha. O centro da cidade é muito bonito. Fica bem pertinho do lago
e é composto por ruas tortuosas e pavimentadas de pedra. O lago desemboca em um
canal que corta o centro histórico... aliás, uma das fotos tradicionais de quem
visita Annecy é na ponte do canal em frente ao Palais de l’Ile (literalmente, Palácio da Ilha, uma construção do
século XII que ocupa toda a superfície de uma minúscula ilha natural do canal).
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| Macarrão a bolonhesa da Anna Luísa! |
O centro histórico (ou vieille ville) é cheio de lojas (uma
mais bacana que a outra, mercando artesanato, chocolate, antiguidades, doces e
guloseimas artesanais, roupas, decoração, souvenires) e, claro, de restaurantes.
A gente andou um pouco pelo centro, tirou algumas fotos e logo fomos em busca
de um restaurante para almoçar. A Débora queria um macarrão a carbonara e
encontramos o prato no cardápio de um restaurante às margens do canal, bem de
cara com o Palais de l’Ile. A comida
fez jus ao lugar: uma delícia!
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| Em frente ao Castelo!! |
Enrolamos um pouco no
restaurante, porque começou a chover mais forte. Mas, uma meia hora depois, a
chuva deu trégua e pudemos sair e andar mais um pouco. Resolvemos subir ao
castelo, que fica pertinho, ainda no centro histórico. O castelo hoje funciona
como museu, mas foi residência oficial dos condes de Genebra nos séculos XIII e
XIV (isso mesmo, Annecy fazia parte do condado de Genebra). Uma subida íngreme,
mas curta. Logo no início da subida, uma surpresa: um abrigo antiaéreo da II
Guerra no rochedo que forma a base do castelo. A subida do castelo rende uma
vista muito bacana e fotos memoráveis. Pena que o museu estava fechado (eu
gosto bastante de museus, mas não foi dessa vez).
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| Rua íngreme que dá acesso ao Castelo! |
Para quem quiser saber uma pouco
mais sobre Annecy ou ver fotos profissionais (as nossas são bonitas, claro –
principalmente pela formosura dos modestos personagens, eheh - mas são
amadoras), eu recomendo a página do site oficial da França turística (http://www.france.fr/pt/)
ou a própria página de Annecy (http://musees.agglo-annecy.fr/).
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| Ao fundo o Castelo! |
Descemos novamente ao centro e,
depois de uma passadinha rápida na Igreja (Cathédrale
Saint Pierre, onde achamos um exemplar da Palavra de Vida do movimento dos
Focolares), hora de pegar a estrada para Genebra.
Partimos para Genebra (ou melhor,
para o hotel, que fica no lado francês do lago de Genebra – ou lac Léman). Segundo nossas pesquisas
geográficas, o lac Léman é o maior
lago da Europa ocidental. O nosso hotel ficava a pouco mais de 2 km da divisa
com a Suíça. Saímos de dentro do carro e um vento super gelado nos deu as boas-vindas.
Ainda bem que o hotel era bom (bom é pouco: era um Mercure, da rede Accor, o
que é sempre garantia de boa hospedagem). Conseguimos um preço bem bacana no
hotel (penso que por causa do feriado de Páscoa).
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| Fronteira França - Suiça! |
Como estava muuuuito frio e
chuvoso, resolvemos relembrar nossa viagem para a Itália em 2014 com a Raíssa e
a Rúbia e fazer um “piquenique no quarto”. Para isso, depois de nos instalarmos
e de darmos um merecido cochilo, fomos a um hipermercado (tinha um pertinho do
hotel, a pouco mais de um quilômetro) e compramos algumas gordices (batata,
presunto,queijo, sopa de tomate, chocolate – suíço, claro, etc.). Antes de
sair do hotel, nos informamos na recepção sobre como ir para Genebra e demos
uma circuladinha de carro por lá (o suficiente para dizer que tínhamos entrado
em outro país, eheh). Chegamos no hotel e a Débora ainda estava fazendo a
sesta. Tomamos um merecido banho de banheira e fomos piquenicar... A Débora
ainda estava fazendo a sesta. Terminamos o piquenique e programamos as
atividades do dia seguinte, pensando em o que visitar em Genebra, como estaria
o tempo, etc. E a Débora ainda estava fazendo a sesta. Dia concluído, restou a
gente descansar... ajeitamos a caminha da Anna Luísa do lado da nossa, e o Fran
no meinho...
No dia seguinte, fomos degustar
uma delícia de café da manhã do Mercure (e a Débora ainda estava fazendo a
sesta). Por volta de umas 10h30 a gente saiu do hotel rumo a Genebra (tivemos
que interromper a sesta da Débora, tadinha.. kkk).
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| Bandeira da Suiça do outro lado da fronteira. |
Rumo a Genebra, cruzamos a
fronteira. O único sinal de que estávamos entrando em um outro país era a
bandeira tremulante da cruz branca suíça (nem um oficialzinho sequer para
carimbar nosso passaporte). A Suíça, curiosamente, não faz parte da União
Europeia (embora seja signatária do tratado de Schengen, o que significa que,
embora o euro não seja moeda oficial por lá – eles usam o franco suíço, que
vale um pouco menos que o euro – a circulação de pessoas é livre entre seus
signatários). Por isso, não precisamos carimbar o passaporte (mas claro que
vamos comprar uma bandeirinha da Suíça para costurar na mochila).
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| Crianças à beira do Lago em Genebra! |
Na verdade, a gente entrou na
Suíça pela cidade de Veyrier, mas na prática, ela é emendada com Genebra. Seguimos
até o centrão de Genebra e achamos um estacionamento subterrâneo (uns 3 ou 4
pisos) à beira do lago, embaixo do relógio de flores (achamos que ia custar os
tubos, mas quatro horas de estacionamento custaram cerca de 6 euros).
Quando a gente estacionou não
percebeu direito onde estava parando. Logo que saímos do estacionamento, duas
surpresas: a primeira, ótima, dar de cara com o lago de Genebra, lindíssimo. A segunda,
literalmente uma fria, estava uns 2 graus, com um vento cortante e insistente.
naquele momento, desejei ter colocado umas três calças, uma em cima da outra. Ainda
bem que tinha as crianças para carregar (hora o Fran, hora a Anna), pois isso
esquentava a gente.
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Beira do Lago em Genebra!
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Não conseguimos ficar muito tempo
na beira do lago. Andamos uns 100 metros e chegamos ao relógio das flores
(impressionante na perfeição dos detalhes), bem perto da sede da Patek Philippe
e em frente de uma loja enorme da Montblanc. Dava até vontade de ficar olhando
as preciosidades Montblanc (como uma caneta pela bagatela de 2.000 francos
suíços – ou cerca de 1.900 euros), mas o frio era impressionante.
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| Selfie! Não pode faltar não é Debora? |
Subimos pela Place du Port e eu
tive a brilhante ideia de tomar um café numa Starbucks para espantar o frio. Foi
só olhar o precinho camarada que o frio já espantou rapidinho: quase 7 euros um
café expresso (cerca de R$ 24). Não deu nem tempo de a gente esquentar o banco,
porque muito facilmente iríamos gastar 50 euros ali.
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| Relógio de flores em Genebra! |
Voltamos para a
rua e fomos subindo em direção à Cathedrale Saint Pierre Genève. Antes de
chegarmos na Catedral, encaramos uma escadaria para chegar ao terraço Agrippa-d’Aubigné,
que já nos deu uma vista belíssima da Catedral e da cidade. Dizem que Genebra é
a menor das metrópoles... não sei se é verdade, mas o centro histórico da
cidade dá facilmente para ser visitado a pé. Não apenas é pequeno, mas é fácil
de se deslocar, não tem competição de pedestre com carro.
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| Antigos canhões de guerra! |
Seguindo um pouco mais pelo
centro histórico de Genebra, alcançamos a prefeitura, um prédio histórico muito
bonito. Em frente à prefeitura, o prédio da Chancelaria do Estado mantém
exposição permanente e aberta de antigos canhões de guerra (belíssimos, são
esses nas fotos das crianças).
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| Criançada! |
Só conseguimos administrar melhor
o frio quando chegamos numa pracinha bastante agradável, o Promenade de la
Treille. Tinha um parquinho muito legal lá (aliás, é cheio de parquinhos por
aqui, inclusive em Clermont-Ferrand), onde as crianças de todas as idades se
divertiram bastante. Tinha até wi-fi aberta no parque.
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| Balançando! |
Genebra é sede de muitas
organizações internacionais, inclusive da ONU. Tinha uma senhora lá no parque
com o filho que trabalhava nas Nações Unidas. Batendo papo com ela, descobri que
ela era de Burkina Faso (na África); ela até sabia umas palavras em português e,
claro, morria de vontade de conhecer o Rio de Janeiro. Claro, não é à toa que
ele tem o apelido de cidade maravilhosa.
Depois de nos divertirmos e
esquentarmos no parque, iniciamos o caminho de volta. Quanto mais perto
chegávamos do lago, mais frio ficava. Um pouco antes de chegarmos ao
estacionamento, uma galera estava com um trailer montado na praça, distribuindo
bíblias em vários idiomas. A Débora e a Anna Luísa ganharam versões em francês
e ficaram faceiras.
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| Vista do lago e dos Alpes! |
Enfim chegamos no estacionamento.
Como estava muito frio, a gente não se animava a andar mais na cidade. Mas
dentro do carro estava quentinho. Então, fui margeando o lago, andando meio à
toa... uns quilômetros depois do relógio de flores, margeando o lago,
resolvemos ir embora para o hotel. Fomos seguindo o GPS, que mandou a gente
subir o morro... e quanto mais a gente subia, mais bonita ficava a vista do
lago. Até que achamos um belvedere para estacionar... pensa em uma vista
bonita! As fotos não fazem jus da beleza da vista. Como ainda estava frio,
voltamos para o carro e fomos embora... passamos ao lado de um campo de golfe,
de mansões (uma mais bonita que a outra) e acabamos chegando no hotel por umas
estradinhas rurais quase iguais às do Brasil (#sqn), asfaltadas e sinalizadas.
Quando chegamos no hotel já era
quase quatro da tarde e o restaurante do hotel estava fechado (assim como a
maior parte dos restaurantes da cidade). Então, acabamos “almoçando” no
McDonald’s, para alegria da Débora.
Depois do almoço, voltamos para o
hotel e para a merecida sesta. O frio era desanimador, mas o passeio por
Genebra valeu a pena.
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Téléphérique du Saléve.
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No dia seguinte, antes do retorno para Clermont-Ferrand (308 km,
pois não precisávamos passar por Annecy), resolvemos fazer um último passeio. Como estava mais quente, fomos ao Téléphérique du Salève para subirmos a montanha que marca a fronteira entre a Suíça e a França. A vista lá de cima é espetacular!! Conseguimos ver Genebra, o lago e os Alpes ao fundo.Um excelente lugar para tirar fotos tipo postal.
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| Vista linda! |
Um passeio muito bacana, que deixou
gostinho de quero mais. Quem sabe em um próximo feriado!