domingo, 22 de março de 2015

MISSA, FEIRA E CASTELO... PUXA, QUE DOMINGO!!!

Crianças correndo para queimar energia!!!



Como ainda não conseguimos alugar nosso apê definitivo (e o flat em que estávamos não tinha disponibilidade para este final de semana) a gente veio para um hotel. Ficaremos no hotel até segunda-feira, quando teremos uma resposta definitiva da imobiliária.







Bom, hoje é Domingo, o dia do Senhor (Dominus Dei). Logo, é dia de missa, como já diz o ditado: “domingo sem missa, semana sem graça”. O plano original era ir à missa que é celebrada em português (na igreja Notre-Dame du Port). Mas a gente perdeu a hora... e olha que dormimos cedo ontem; mas esse friozinho é ótimo para dormir até mais tarde.






Carinhas de sapecas!!



Como acordamos mais tarde do que o planejado, escolhemos onde ir à missa pelo ouvido... explico: logo que descemos para tomar café, ouvimos o badalar do sino. A Paula já tinha visto uma igreja aqui perto e presumimos que fosse ali a missa. Lá fomos nós para a missa. Não tinha muita gente (e a maioria idosos). Uns cinco minutos depois que chegamos, o Francisco pediu cocô (acho que ele tá de malandragem; se não gostou do lugar, pede o número 2 e pronto, alguém vai levá-lo para outro lugar.









Frutas e legumes  da feira em Aubière!!
Depois da missa, pegamos nosso carro alugado e fomos para o Carrefour, tentar baixar um arquivo de atualização para o GPS (a internet do nosso hotel é muito lenta e o arquivo que preciso baixar é ENOOOOOOORME: 3 Giga). Sem sucesso no download, resolvemos ir para a feira, ou marché (como eles chamam aqui) em Aubière (uma cidadezinha grudada em Clermont).  Pegamos nosso mapa turístico e fomos meio pelo rumo. Deu um pouco de trabalho, mas conseguimos chegar lá (o difícil foi estacionar).



Embutidos!
A feira vende de tudo um pouco: roupas, flores, legumes, embutidos, comidas prontas (ficamos morrendo de vontade de comprar um poulet rôtis – frango assado). Mas estava um frio de rachar (tinha algumas previsões de neve, mas ela não veio; em compensação, o vento estava cortante). Por causa do frio, a Débora e a Anna Luísa preferiram ficar dentro do carro.
Flores!!


Depois de uma andadinha rápida pela feira, compramos um bilhete de loto (explico: a Paula sonhou com cocô – muito cocô, até o tornozelo... superstição ou não, vamos nós para a primeira fezinha aqui na França). Em seguida, voltamos para Clermont e fomos almoçar (uma pizza deliciosa, de forno a lenha).







Cintos, gorros e roupas!! 
O frio ainda estava doído (4 ou 5 graus, mas com sensação térmica em torno de 0°). Por isso, voltamos para o hotel e para debaixo das cobertas. Para não ficar a tarde inteira chocando os ovos, convidei a galera para ir conhecermos um Castelo. Ouvimos falar muito bem sobre os castelos da França – em especial do Vale do Loire (graças à garota-propaganda dos castelos – Veridiana Resende) e a Paula descobriu três castelos aqui próximos que fazem parte do centre des monuments nationaux (acho que o nome                                                                                             explica tudo, né?).



Casa onde o Francisco usou o WC!!
Depois de uma pesquisada básica no tio google, partimos para o mais próximo (ainda sem GPS, mas o celular quebrou um galho – e que galho). Pé na estrada, fomos reparando que as cidadezinhas daqui praticamente morrem no domingo à tarde (quase ninguém na rua, quase nada aberto, quase nenhum sinal de gente). Quando faltava mais ou menos uns 15 km para chegarmos no Castelo, o Francisco pediu cocô (e não era alarme falso, desta vez). Achamos que ia ser preciso parar no matinho (mas ia congelar o bumbum dele, tadinho). Então, vimos um cara podando as roseiras, parei o carro e pedi para ele, no melhor francês que eu consegui falar, para emprestar o banheiro para o Francisco. O cara foi muito gentil. Entrei na casa e levei o Fran no banheiro (não sem antes notar uma deliciosa lareira acesa, com grandes labaredas). Quando ia saindo da casa dele, conversamos um pouco em inglês (ele queria saber de onde éramos, o que estávamos fazendo por aqui, se tínhamos gostado da França – até deu sugestões de passeios para a gente).


Château d`Aulteribe ao fundo!!





Mais uns minutinhos de estrada e chegamos ao Château d’Aulteribe (mais informações sobre o castelo aqui). Construção muito bonita; pena que estava muuuito frio e que chegamos meio tarde lá (era por volta das 17h e ele fecha às 17h30.












   A gente no acesso ao castelo   


Logo na entrada tem várias informações sobre o Castelo (quando e por quem foi construído, o que contém, informações sobre o local, etc.), tudo em francês, inglês e alemão (ainda bem que estava escrito em alemão também, porque aí entendemos tudinho!).











 



 
Lindo lugar!




A Anna Luísa puxou a frente da fila, ansiosa para conhecer o castelo. Até brincamos com ela, parecendo a Chapeuzinho Vermelho na trilha pela floresta.











Paula, feliz da vida!


Transcrevo abaixo o relato feito pela Anna Luísa no whatsapp (a redação é toda dela, que orgulho!):

“A mãe eu o pai e o fran fomos no castelo de lezoux. E a debora ficou no hotel. Dormindo. Ai debora que sono ein. E agente visitou o castelo e tirou muitas fotos no castelo. Mas para entrar no castelo nós tínhamos que pagar 7e50 euros. Daí agente não entrou no castelo. Mas agente voltou e acredita que a debora estava dormindo ainda? E agora todos nós incluindo a debora vamos comer pizza. E vocês o que fizerão? Essa é a estória de hoje”.

2 comentários:

  1. Oi oi genteee!!! Estou adorando os post's de vocês, esse Francisco hein... kkkkk. Vendo a banca de flores, lembrei das bancas dos filmes, diferentes das floriculturas do Brasil. Que amanhã, dê tudo certo com a imobiliária, que vocês possam aproveitar cada cantinho da França e arredores e continuem encontrando pessoas de bom coração. Grande beijos a todos!!!

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  2. Esta sendo muito divertido este passeio, lugares muito lindos... um grande abraços a todos.

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