Chegamos em Clermont-Ferrand (daquele
jeito...cheios de malas) no final de tarde da quarta-feira, dia 11 de
março. Nesses 8 primeiros dias ficaremos
hospedados em um apartamento bem bacaninha que o Jorge alugou através do site airbnb (www.airbnb.com.br/c/acostaferreira3?s=8). O lugar é ajeitado, possui
dois quartos, sala, cozinha e banheiro. Tudo mobiliado.
| Cozinha da nossa "casa" temporária. |
| Nossa sala até o dia 18 de março. |
Nossa primeira tarefa, depois de
subirmos cinco andares com as malas, foi procurar algo para comer. Eu, o Jorge
e a Anna Luísa saímos à procura de um mercado, seguindo as dicas do Monsieur
René Lemerle (pai do Pierre). Andamos aproximadamente 1,5 km até achar o tal do
mercado Auchan (afff). Lá compramos água, macarrão, molho
de tomate, leite e chocolate para a mamadeira das crianças.
A primeira refeição preparada por
nós na França, então, foi macarrão. Apesar da simplicidade, ficou uma
delícia...também, foi nossa única refeição decente daquele dia. As demais foram sanduba de trem ou de estação.
Nos outros dias, nossa tarefa
principal era encontrar um apartamento para alugar até o final
dos estudos do Jorge (final de outubro).
| Place de Jaude - Clermont-Ferrand |
Chegando na primeira imobiliária, a atendente nos disse que eles não tinham apartamentos mobiliados
para alugar. Vejam bem, a mulher falou um monte de coisas e eu não entendi
nada, nada, nada mesmo; já o Jorge, que orgulho, entente e fala muito bem.
| Rumo à imobiliária. Paradinha para foto! |
Decidimos alugá-lo e marcamos a
entrega das chaves para dia 30 de março, às 10h30. Simples não é? Pior que
não... Uma das condições para se alugar um imóvel aqui é ter uma conta em um
banco francês. Muito bem, fomos até o banco, um HSBC recomendado pela própria
imobiliária. E aí começamos a ver algumas diferenças Brasil x França (se para
melhor ou para pior, você decide!).
Assim que entramos na agência
(que não tem filas nem caixas visíveis – acho que eles ficam misteriosamente
escondidos), soou uma campainha (sensor de presença). Logo, veio uma
funcionária perguntar se tínhamos hora marcada ("Claro que não, né?" – pensamos...
quem é que marca hora para ir no banco? Pois é, na França, marcam).
O Jorge falou o que achávamos que
seria a palavra secreta para a atendente nos estender o tapete vermelho: “queremos
um rendez-vous para abrir uma conta”... Nenhum entusiasmo do lado de lá. A moça
pediu passaporte, perguntou se tínhamos conta HSBC no Brasil (não temos) e, ao
ver a duração do visto (até novembro), perguntou até quando pretendíamos ter a
conta. Assim que dissemos “até outubro”, acabou nosso atendimento. “Não abrimos
conta de curto prazo”, disse ela. Não adiantou insistir; ela cortou a gente,
dizendo que as contas são abertas para durar pelo menos três, quatro anos. Por
fim, sugeriu dois outros bancos próximos.
| Banco Popular que nos aguarde! |
Final do capítulo de hoje desta
história de alojamento: sabemos onde vamos ficar apenas até 18 de março. Depois
disso, ainda não temos destino. Ainda bem que as atividades do Jorge só vão se
intensificar na Universidade a partir de Abril.
Au revoir!!
Até cansei!!!! Ufa! Que sufoco!
ResponderExcluirNossa Que Loucura..
ResponderExcluirQue correria, que tudo dê certo por aí! Bj
ResponderExcluirÉ isso mesmo família Ferreira, muita garra e determinação, que o sucesso é certo. Estou torcendo por vocês. Abraços !!
ExcluirAiiii que delicia de apê. Tudo irá se ajeitando tenho certeza.
ResponderExcluirOiiii e como está a história do Ape???? Bjks
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